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Bruno Luiz Domingos de Angelis: “A arborização das cidades precisa ser devidamente planejada”

Bruno Luiz Domingos de Angelis: “A arborização das cidades precisa ser devidamente planejada”

Teve início na terça-feira, 3 de abril, a VI Jornada Interdisciplinar Teve início na terça-feira, 3 de abril, a VI Jornada Interdisciplinar Teve início na terça-feira, 3 de abril, a VI Jornada Interdisciplinar Teve início na terça-feira, 3 de abril, a VI Jornada Interdisciplinar Teve início na terça-feira, 3 de abril, a VI Jornada Interdisciplinar Teve início na terça-feira, 3 de abril, a VI Jornada Interdisciplinar Teve início na terça-feira, 3 de abril, a VI Jornada Interdisciplinar Teve início na terça-feira, 3 de abril, a VI Jornada Interdisciplinar Teve início na terça-feira, 3 de abril, a VI Jornada Interdisciplinar Teve início na terça-feira, 3 de abril, a VI Jornada Interdisciplinar Teve início na terça-feira, 3 de abril, a VI Jornada Interdisciplinar Teve início na terça-feira, 3 de abril, a VI Jornada Interdisciplinar Teve início na terça-feira, 3 de abril, a VI Jornada Interdisciplinar Teve início na terça-feira, 3 de abril, a VI Jornada Interdisciplinar Teve início na terça-feira, 3 de abril, a VI Jornada Interdisciplinar Teve início na terça-feira, 3 de abril, a VI Jornada Interdisciplinar Teve início na terça-feira, 3 de abril, a VI Jornada Interdisciplinar Teve início na terça-feira, 3 de abril, a VI Jornada Interdisciplinar Teve início na terça-feira, 3 de abril, a VI Jornada Interdisciplinar Teve início na terça-feira, 3 de abril, a VI Jornada Interdisciplinar Teve início na terça-feira, 3 de abril, a VI Jornada Interdisciplinar Teve início na terça-feira, 3 de abril, a VI Jornada Interdisciplinar Teve início na terça-feira, 3 de abril, a VI Jornada Interdisciplinar Teve início na terça-feira, 3 de abril, a VI Jornada Interdisciplinar Teve início na terça-feira, 3 de abril, a VI Jornada Interdisciplinar Teve início na terça-feira, 3 de abril, a VI Jornada Interdisciplinar Teve início na terça-feira, 3 de abril, a VI Jornada Interdisciplinar Teve início na terça-feira, 3 de abril, a VI Jornada Interdisciplinar Teve início na terça-feira, 3 de abril, a VI Jornada Interdisciplinar Teve início na terça-feira, 3 de abril, a VI Jornada Interdisciplinar Teve início na terça-feira, 3 de abril, a VI Jornada Interdisciplinar Teve início na terça-feira, 3 de abril, a VI Jornada Interdisciplinar Teve início na terça-feira, 3 de abril, a VI Jornada Interdisciplinar Teve início na terça-feira, 3 de abril, a VI Jornada Interdisciplinar Teve início na terça-feira, 3 de abril, a VI Jornada Interdisciplinar Visualizar galeria
Publicado em 19 | 04 | 2012 às 19:52

Teve início na terça-feira, 3 de abril, a VI Jornada Interdisciplinar

Evento é realizado em conjunto pelos Colegiados de Ciências Biológicas e Geografia da Fafijan

Texto por: imprensa@fafijan.br | Fotos por: Assessoria de Imprensa Fafijan

Somar conhecimentos, abordando temas afins, é o intuito da Jornada Interdisciplinar, organizada pelos cursos de Ciências Biológicas e Geografia da Fafijan (Faculdade de Jandaia do Sul). Em 2012, a Jornada chega a sua sexta edição, “sinal de que o trabalho em conjunto tem alcançado resultados positivos”, ressalta a diretora da Instituição, professora Maria Gertrudes Gonçalves de Sousa Guimarães. Ela esteve presente na abertura do evento, terça-feira, 3 de abril, no Anfiteatro da Fafijan, onde ocorreu a palestra “Arborização de acompanhamento viário”, proferida pelo professor doutor Bruno Luiz Domingos de Angelis, diretor do Centro de Ciências Agrárias da UEM (Universidade Estadual de Maringá).
O convidado, que é especialista em Arquitetura da Paisagem e doutor em Geografia, falou sobre a diferença que existe entre arborização urbana e arborização de acompanhamento viário. “O primeiro termo engloba toda arborização existente nas cidades, incluindo praças, parques, propriedades particulares; o segundo é mais restrito, trata-se apenas da arborização presente nas vias e canteiros centrais”, explica Bruno.
Segundo ele, quando as pessoas são questionadas se gostam ou não de árvores, a resposta é quase sempre sim. “Todo mundo adora ter uma sombrinha em frente de casa, principalmente, para estacionar o carro. Até que a árvore, certo dia, torna-se um incômodo, com quedas de folhas concentradas, com o impedimento da passagem de pedestres nas calçadas, com a quebra do calçamento no momento em que as raízes afloram. Nessa hora, tudo o que a pessoa quer é que a prefeitura tire, ‘pelo amor de Deus’, o quanto antes, a árvore dali”, brinca Bruno com uma situação, na verdade, bastante comum e séria.
“Mas será que nesses casos a grande vilã da história é, de fato, a árvore?”, indaga o palestrante. Em se tratando de raízes que estragam as calçadas, por exemplo: “ou a escolha da espécie plantada foi errada, ou o solo compactado não permitiu o crescimento correto das raízes, ou o espaço destinado para o plantio não levou em consideração o seu desenvolvimento e ela acabou espremida no quadrado de concreto”.
A arborização de uma cidade, de acordo com o palestrante, precisa ser devidamente planejada. “Um pouco de conhecimento é mais que suficiente para evitarmos problemas futuros, seja na rede elétrica, seja nas vias, seja nas redes de esgoto. Porque os inconvenientes de um erro hoje, nesse sentido, só serão percebidos daqui a alguns anos”, afirma Bruno. Sendo assim: escolher a espécie correta da árvore, prestando atenção a detalhes como porte, sistema radicular, tronco, copa, folhas, inflorescência, frutificação, resistência, rusticidade e toxicidade são fundamentais. “Não há árvore ruim ou árvore feia, há apenas incompatibilidade entre arborização e infraestrutura urbana. Quando pensamos em plantar algo, precisamos refletir sobre qual é o nosso objetivo com aquela planta, quais são suas especificações. Quando falamos em modelos rústicos para a cidade, precisamos ter em mente o ambiente estressante em que essa árvore terá de sobreviver”, diz Bruno. Ele lembra que o único profissional que tem atribuição para ser paisagista pleno no Brasil é o arquiteto.
Quanto aos benefícios para o ser humano que vive em um ambiente bem arborizado, o palestrante cita sombreamento, melhoramento do microclima local, questão estética. “Não é muito mais agradável estar em uma cidade com o verde preservado e planejado, que em uma cidade cinza como São Paulo?”, perguntou. A saúde, inclusive, agradece. O convidado conta que experimento feito na floresta de Fontainnebleu, na França, quantificou a presença de 50 germes por metro quadrado de ar contra quatro milhões de germes por metro quadrado em uma grande loja parisiense.

VI Jornada Interdisciplinar
A VI Jornada Interdisciplinar segue até o dia 7 de maio, em datas já pré-agendadas. Na quarta-feira, 11 de abril, Vivian Moreno, de Maringá, apresentou o tema “O uso da imagem no século XXI – Prós e Contras”. Na quinta-feira, dia 19, Rogener Moacyr Schmitz Silva irá abordar “A dinâmica da Terra e as catástrofes naturais”. Na sexta-feira, 27 de abril, será a vez de João Luíz Gasparin ministrar a palestra “Educação e didática na perspectiva da Pedagogia Histórico-Crítica”. E no encerramento do evento, Aracélis Frasson de Oliveira irá refletir com os convidados sobre: “Ética é o que você é e não o que você faz”.