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Ana Caroline: “O curso de Ciências/Biologia da Fafijan conseguiu satisfazer todas as minhas expectativas. Os professores e funcionários, durante os anos de graduação e especialização, atenderam-me com muito carinho e responsabilidade”

Ana Caroline: “O curso de Ciências/Biologia da Fafijan conseguiu satisfazer todas as minhas expectativas. Os professores e funcionários, durante os anos de graduação e especialização, atenderam-me com muito carinho e responsabilidade”

Publicado em 17 | 05 | 2012 às 19:25

Formada no curso de Ciências/Biologia da Fafijan, Ana Caroline Casalvara dos Santos conta como tem sido sua rotina como mestranda da UEM

“Estudo, para mim, é parte do meu trabalho, do meu cotidiano”

Texto por: imprensa@fafijan.br | Fotos por: Arquivo Pessoal/Ana Caroline Calsavara dos Santos

A paixão desde cedo pelas disciplinas de Ciências e Biologia e a vontade de atuar na docência influenciaram na tomada de decisão de Ana Caroline Calsavara dos Santos, 27 anos, na hora de ingressar no ensino superior. Em 2008, concluiu o curso de Ciências/Biologia na Fafijan (Faculdade de Jandaia do Sul) – local onde a tia dela, a mãe e o irmão já haviam se formado em anos anteriores. “Além de ter se tornado tradição da família estudar na Fafijan, as boas referências sempre atribuídas à Instituição fizeram-me não ter dúvidas no momento da escolha”, diz Ana Caroline. Decisão da qual ela, de fato, não se arrependeu depois. “O curso conseguiu satisfazer todas as minhas expectativas. Os professores e funcionários, durante os anos de graduação e especialização, atenderam-me com muito carinho e responsabilidade”, recorda-se ela. Se há algo que também deixou marcas positivas dessa época foram as amizades. “Com muitas pessoas, tanto da turma, quanto docentes, mantenho contato até hoje”, ressalta a egressa.
Após a formatura, Ana Caroline não perdeu tempo e em 2009 começou a especialização em Meio Ambiente e Sustentabilidade na Fafijan, que concluiu em 2010; e em Gestão Escolar, por meio do sistema UAB (Universidade Aberta do Brasil), pela Unicentro (Universidade Estadual do Centro-Oeste), que terminou em 2011. “A pós-graduação aperfeiçoa o profissional em determinada área. Ela permite maior conhecimento, incentivo à pesquisa e ainda o contato com novas pessoas, novos lugares, que mostram a você visões e maneiras diferentes de atuar na profissão”, descreve Ana Caroline – agora, mestranda da UEM (Universidade Estadual de Maringá).
A defesa da dissertação do mestrado, que deverá ocorrer até fevereiro de 2013, será outro passo importante na carreira da egressa, que garante que o segredo do sucesso é não desistir. “Em 2010, não fui selecionada nesse programa de Pós-Graduação em Genética e Melhoramento da UEM; fiquei na lista de suplentes. Ainda assim, passei a frequentar a universidade, primeiro como aluna não regular em três disciplinas e depois como estagiária no laboratório de citogenética vegetal.” Em março de 2011, a tão aguardada aprovação chegou. “Quando a minha orientadora ligou dando a notícia, fiquei extremamente feliz. A sensação é maravilhosa, de conquista, reconhecimento”, afirma. Ela explica que a seleção é feita por meio de análise de currículo e de entrevista com os candidatos. “Este ano não preciso mais assistir às aulas. Já cumpri todos os créditos relativos ao mestrado, fiz o teste de proficiência em língua inglesa, então, tenho me dedicado exclusivamente às análises em laboratório para posteriormente escrever a dissertação”, comenta a mestranda, que completa: “Genética é um tema pelo qual sempre tive muito carinho, curiosidade e afinidade; citogenética, portanto, que é, atualmente, a minha área de estudo, veio ao encontro das minhas habilidades, conhecimentos e interesses na pesquisa”.
Paralelamente à pesquisa, Ana Caroline, que mora em Fênix (município distante a 68 km de Jandaia do Sul), é concursada; atua desde 2006 no setor administrativo de um colégio estadual. “Um dia me perguntaram se eu não me sentia cansada, pois trabalho 40 horas semanais e estou sempre estudando. Minha resposta foi: ‘cansada, sim, como todo mundo se sente alguns dias. Mas, de estudar, não. Já estou planejando um doutorado, pois pensar em terminar o mestrado e parar de estudar, ou melhor, não dar continuidade aos meus estudos, é uma ideia que me deixa aflita’”, garante ela, que resume: “Estudo, para mim, é parte do meu trabalho, do meu cotidiano”.
Três professores vêm logo à cabeça de Ana Caroline quando o assunto em questão são as pessoas que a incentivaram e a orientaram na carreira pela qual decidiu seguir. “Claudia Tomazella, Luciana Borin e Jorge Takasusuki deram-me dicas valiosíssimas de como ingressar no mestrado.” E se há algo em que ela não vê a hora, é de entrar em uma sala de aula; desta vez, não como estudante, mas como professora. Em um processo de aprendizado sem fim.