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Da esquerda para direita: Gilson Micael, Junião e Gilson Michelato (pai)

Da esquerda para direita: Gilson Micael, Junião e Gilson Michelato (pai)

Projeto Garotos de Ouro/Fafijan recebe a visita de Gilson Micael Gualda Michelato, que foi atleta destaque do treinador Junião Projeto Garotos de Ouro/Fafijan recebe a visita de Gilson Micael Gualda Michelato, que foi atleta destaque do treinador Junião Projeto Garotos de Ouro/Fafijan recebe a visita de Gilson Micael Gualda Michelato, que foi atleta destaque do treinador Junião Projeto Garotos de Ouro/Fafijan recebe a visita de Gilson Micael Gualda Michelato, que foi atleta destaque do treinador Junião Projeto Garotos de Ouro/Fafijan recebe a visita de Gilson Micael Gualda Michelato, que foi atleta destaque do treinador Junião Projeto Garotos de Ouro/Fafijan recebe a visita de Gilson Micael Gualda Michelato, que foi atleta destaque do treinador Junião Projeto Garotos de Ouro/Fafijan recebe a visita de Gilson Micael Gualda Michelato, que foi atleta destaque do treinador Junião Projeto Garotos de Ouro/Fafijan recebe a visita de Gilson Micael Gualda Michelato, que foi atleta destaque do treinador Junião Projeto Garotos de Ouro/Fafijan recebe a visita de Gilson Micael Gualda Michelato, que foi atleta destaque do treinador Junião Projeto Garotos de Ouro/Fafijan recebe a visita de Gilson Micael Gualda Michelato, que foi atleta destaque do treinador Junião Projeto Garotos de Ouro/Fafijan recebe a visita de Gilson Micael Gualda Michelato, que foi atleta destaque do treinador Junião Projeto Garotos de Ouro/Fafijan recebe a visita de Gilson Micael Gualda Michelato, que foi atleta destaque do treinador Junião Projeto Garotos de Ouro/Fafijan recebe a visita de Gilson Micael Gualda Michelato, que foi atleta destaque do treinador Junião Projeto Garotos de Ouro/Fafijan recebe a visita de Gilson Micael Gualda Michelato, que foi atleta destaque do treinador Junião Projeto Garotos de Ouro/Fafijan recebe a visita de Gilson Micael Gualda Michelato, que foi atleta destaque do treinador Junião Projeto Garotos de Ouro/Fafijan recebe a visita de Gilson Micael Gualda Michelato, que foi atleta destaque do treinador Junião Projeto Garotos de Ouro/Fafijan recebe a visita de Gilson Micael Gualda Michelato, que foi atleta destaque do treinador Junião Projeto Garotos de Ouro/Fafijan recebe a visita de Gilson Micael Gualda Michelato, que foi atleta destaque do treinador Junião Projeto Garotos de Ouro/Fafijan recebe a visita de Gilson Micael Gualda Michelato, que foi atleta destaque do treinador Junião Projeto Garotos de Ouro/Fafijan recebe a visita de Gilson Micael Gualda Michelato, que foi atleta destaque do treinador Junião Projeto Garotos de Ouro/Fafijan recebe a visita de Gilson Micael Gualda Michelato, que foi atleta destaque do treinador Junião Projeto Garotos de Ouro/Fafijan recebe a visita de Gilson Micael Gualda Michelato, que foi atleta destaque do treinador Junião Projeto Garotos de Ouro/Fafijan recebe a visita de Gilson Micael Gualda Michelato, que foi atleta destaque do treinador Junião Projeto Garotos de Ouro/Fafijan recebe a visita de Gilson Micael Gualda Michelato, que foi atleta destaque do treinador Junião Projeto Garotos de Ouro/Fafijan recebe a visita de Gilson Micael Gualda Michelato, que foi atleta destaque do treinador Junião Projeto Garotos de Ouro/Fafijan recebe a visita de Gilson Micael Gualda Michelato, que foi atleta destaque do treinador Junião Projeto Garotos de Ouro/Fafijan recebe a visita de Gilson Micael Gualda Michelato, que foi atleta destaque do treinador Junião Projeto Garotos de Ouro/Fafijan recebe a visita de Gilson Micael Gualda Michelato, que foi atleta destaque do treinador Junião Projeto Garotos de Ouro/Fafijan recebe a visita de Gilson Micael Gualda Michelato, que foi atleta destaque do treinador Junião Projeto Garotos de Ouro/Fafijan recebe a visita de Gilson Micael Gualda Michelato, que foi atleta destaque do treinador Junião Projeto Garotos de Ouro/Fafijan recebe a visita de Gilson Micael Gualda Michelato, que foi atleta destaque do treinador Junião Projeto Garotos de Ouro/Fafijan recebe a visita de Gilson Micael Gualda Michelato, que foi atleta destaque do treinador Junião Projeto Garotos de Ouro/Fafijan recebe a visita de Gilson Micael Gualda Michelato, que foi atleta destaque do treinador Junião Projeto Garotos de Ouro/Fafijan recebe a visita de Gilson Micael Gualda Michelato, que foi atleta destaque do treinador Junião Projeto Garotos de Ouro/Fafijan recebe a visita de Gilson Micael Gualda Michelato, que foi atleta destaque do treinador Junião Visualizar galeria
Publicado em 19 | 07 | 2012 às 19:49

Projeto Garotos de Ouro/Fafijan recebe a visita de Gilson Micael Gualda Michelato, que foi atleta destaque do treinador Junião

Gilson, que é hoje pastor da Igreja Metodista, relembrou com a meninada os anos dedicados ao futebol e a passagem dele por equipes como São Paulo e Paraná Clube

Texto por: imprensa@fafijan.br | Fotos por: Assessoria de Imprensa Fafijan

Apesar de ter deixado cedo as quadras, Gilson Micael Gualda Michelato, 27 anos, tem na bagagem várias histórias para contar. Foi o que fez na tarde de terça-feira, 10 de julho, em visita ao projeto Garotos de Ouro, de extensão social da Fafijan (Faculdade de Jandaia do Sul). “São lembranças muito boas dos anos que me dediquei ao futebol, esporte que sempre me abriu portas, não só profissionalmente, mas em se tratando de amizades, de relacionamentos”, conta ele. Os primeiros chutes a gol foram aos quatro anos de idade, em uma escolinha de futsal em Mandaguari – cidade onde morava e na qual ainda residem alguns parentes e amigos.
“Aos dez anos, o Junião [Ancerige Soncine, coordenador do projeto Garotos de Ouro/Fafijan], me convidou para treinar com ele, em Cambira. Ele era famoso por ser bom treinador e por levar os seus atletas para jogar amistosos em outras cidades, participar de campeonatos, ou seja, o time dele era uma vitrine. Meu pai decidiu investir e passei a treinar lá três vezes por semana”, conta Gilson Micael.
Foram praticamente cinco anos de muita dedicação e de um grupo, que, nas palavras do ex-jogador, “pegou conjunto” dentro das quatro linhas. “Éramos bem entrosados. Participávamos de campeonatos regionais, paranaenses, de jogos em outros estados e era difícil perdermos uma partida”, diz ele. “Tanto é verdade, que quando eu passei a jogar pelo São Paulo, o único jogo que eu me lembro de não ter ganhado com a equipe tricolor [campeã do Metropolitano, nome dado ao campeonato paulista de futsal] foi um amistoso realizado contra o time de Cambira”, recorda-se o pastor. 
A oportunidade de participar da peneirada do São Paulo ocorreu quando Gilson Micael mudou-se para São Bernardo do Campo (SP), onde o pai, senhor Gilson Michelato, foi estudar Teologia. Era o pai quem levava o garoto, com 15 anos de idade, para os treinos. “Um ano depois fui para o Paraná Clube, em Curitiba. Lá, tive de morar com o time. Treinava de manhã e à tarde e estudava à noite.” Aos 17 anos, o menino foi convidado para reforçar a equipe da Amafusa (Associação Maringaense de Futsal) nos Jogos da Juventude. Ele aceitou, mas ficou por pouco tempo no time de Maringá. “Foram alguns meses apenas. Não me adaptei morando com o pessoal mais velho, eu não tinha estrutura ainda”, confessa ele. Na época, o treinador insistiu, dizendo que estava investindo nele e em Parrel (Rafael Ferreira da Silva, que chegou à seleção brasileira de futsal, atuou em times europeus e no Jaraguá do Sul – SC, ao lado de Falcão), que ainda eram novos, para integrar a categoria adulta. Mas não adiantou, Gilson Micael quis mesmo parar.
Ocorre que nesse meio tempo ele participou, em Piratininga (SP), do Jocum (Jovens Com Uma Missão) – missão internacional empenhada na mobilização de jovens para a obra missionária – onde, segundo ele, sentiu-se tocado. “São três meses aprendendo sobre a palavra de Deus, nos quais você também tem a oportunidade de evangelizar. No meu caso, fiquei um mês em Cascavel e um mês na Argentina com essa missão”, conta Gilson Micael. “A experiência tocou forte em meu coração e eu decidi viver para fazer isso.”
A curiosidade que fica é: como foi contar a decisão para os pais – do fim precoce de uma carreira que prometia ainda mais sucesso? “Não foi difícil, apesar de eles terem sempre me apoiado no esporte e de eu ter parado em um momento importante da carreira. É que eles também amam a Deus e compreenderam a minha escolha”, garante o ex-aluno de Junião. “Cada pessoa tem uma opção, não adianta você forçar. O Micael tinha e tem o dom do futebol, mas havia algo dentro dele ainda mais forte, que eu e a minha esposa passamos para ele desde pequeno. Um conselho que eu deixo aos pais é que, não apenas respeitem, mas deem aos filhos a opção da escolha. Não os forcem, por exemplo, a serem jogadores de futebol ou médicos, devido à remuneração atraente. Você fazer aquilo que gosta é o que motiva para a vida, caso contrário, será para sempre uma pessoa dividida”, opina o senhor Michelato.
Escolha feita, Gilson Micael estudou um ano e meio Psicologia; parou e fez Teologia. Hoje ele é pastor da Igreja Metodista, no Balneário Piçarras (SC). O futebol não ficou para trás completamente: “Ainda jogo uma bolinha de vez em quando, por diversão. Gosto demais”, afirma, com os olhos brilhando. Quanto a rever o Junião, diz que é como ver passar um filme na memória – o filme da própria história. “Olhar essas fotos antigas, relembrar os jogos, as brincadeiras, os alojamentos, os amigos, é especial demais. Foi um tempo muito bom.” Para os meninos do “Garotos de Ouro”, a dica que ele deixa é: “Pratiquem futebol pelo prazer, curtam muito essa fase, as viagens, as amizades. Divirtam-se”.
As recordações vieram à tona também para o pai, Michelato, que ao lado da esposa, Mara, sempre acompanhou de perto a carreira do filho. “Nas viagens era certo: ou eu ou ela ia junto. Por várias vezes ela cozinhou para todo o time”, lembra Michelato. O carinho em relação ao técnico, Junião, permanece com o passar dos anos. “É uma pessoa que admiro muito, não só pelo que sabe de futebol, mas por trabalhar com essa criançada questões como caráter, respeito ao próximo e responsabilidade”, finaliza o pai.