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Publicado em 09 | 09 | 2013 às 17:02

Cadastramento de doadores de medula óssea será no dia 11 de setembro

Pessoas da comunidade externa também poderão participar

Texto por: Marketing | Fotos por: marketing@fafijan.br

Dando seguimento ao projeto “Doação de Sangue, Medula Óssea e Cidadania”, que tem à frente o Colegiado de Ciências Biológicas da Fafijan (Faculdade de Jandaia do Sul) em parceria com o Hemonúcleo de Apucarana, será realizado no dia 11 de setembro, quarta-feira, no Anfiteatro da Instituição, das 19 às 22 horas, o cadastramento de doadores de medula óssea.

O cadastramento só poderá ser realizado mediante a apresentação do Cartão do SUS, juntamente com documentos pessoais do interessado em fazer o cadastramento. O Cartão SUS é feito gratuitamente nas Secretarias de Saúde dos municípios. Se você tem vontade de ser um doador de medula óssea e salvar a vida de uma pessoa, fique atento e faça já seu Cartão SUS.

Para mais informações falar com a Organizadora Edilaine Cerutti Borges no 3432-4643 ou na sala 11 no Bloco do Curso de Biologia da FAFIJAN.

 

Medula Óssea: Passo a passo para se tornar um doador

1- Qualquer pessoa entre 18 e 55 anos com boa saúde (não ter doença infecciosa ou incapacitante) poderá doar medula óssea.

2 - Os doadores preenchem um formulário com dados pessoais e é coletada uma amostra de sangue com 5 a 10 ml para testes, ou seja, o sangue será tipificado por exame de histocompatibilidade (HLA), que é um teste de laboratório para identificar as características genéticas que podem influenciar no transplante.

3- Os dados pessoais e os resultados dos testes são armazenados em um sistema informatizado que realiza o cruzamento com dados dos pacientes que estão necessitando de um transplante. Os resultados são confidenciais e servem apenas para os fins do REDOME.

4- Em caso de compatibilidade com um paciente, o doador é então chamado para exames complementares e para confirmar o desejo de realizar a doação.

5- A doação é um procedimento que se faz em centro cirúrgico, sob anestesia peridural ou geral, e requer internação por um mínimo de 24 horas. Nos primeiros três dias após a doação, pode haver desconforto localizado leve, que pode ser amenizado com o uso de analgésicos e medidas simples. Normalmente, os doadores retornam às suas atividades habituais depois da primeira semana.

 Tudo seria muito simples e fácil, se não fosse o problema da compatibilidade entre as células do doador e do receptor. A chance de encontrar uma medula compatível é, em média, de UMA EM CEM MIL!

Por isso, são organizados Registros de Doadores Voluntários de Medula Óssea, cuja função é cadastrar pessoas dispostas a doar. Quando um paciente necessita de transplante e não possui um doador na família, esse cadastro é consultado. Se for encontrado um doador compatível, ele será convidado a fazer a doação.

Para o doador, a doação será apenas um incômodo passageiro. Para o doente, será a diferença entre a vida e a morte.

É muito importante que sejam mantidos atualizados os dados cadastrais para facilitar e agilizar a chamada do doador no momento exato. Para fazer atualizações mande e-mail para: redome@inca.gov.br, ou entre no site do REDOME e preencha um formulário de atualização de dados.