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Objetivo do projeto é promover solidariedade entre acadêmicos, professores e funcionários da Fafijan ao incentivar a prática voluntária da doação de sangue

Objetivo do projeto é promover solidariedade entre acadêmicos, professores e funcionários da Fafijan ao incentivar a prática voluntária da doação de sangue

Publicado em 02 | 06 | 2011 às 22:29

Projeto “Doação de Sangue” realiza a primeira atividade do ano

Foram coletadas na noite de quarta-feira, primeiro de junho, 42 bolsas de sangue na Fafijan. Trabalho de conscientização ocorre na Instituição desde 1996: uma parceria do Hemonúcleo de Apucarana com o Colegiado de Ciências Biológicas

Texto por: imprensa@fafijan.br | Fotos por: Assessoria de Imprensa Fafijan

Mais uma vez sobraram acadêmicos com atitude positiva na Fafijan (Faculdade de Jandaia do Sul). Em menos de 20 minutos, as 50 senhas disponíveis aos interessados em doar sangue se esgotaram. “Esse é um número de segurança, de pessoas que a gente consegue atender, das 19 horas às 22h30, sem atropelos, de forma organizada e atenciosa. Sem contar que, depois da coleta, ainda temos todo um serviço a ser feito, o mais rápido possível, para manter a qualidade do sangue”, explica a chefe do Hemonúcleo de Apucarana, Claudete Ayme Omotto, que complementa: “Diferentemente do que muitos pensam, o processo não termina por aqui”.
Senhas esgotadas, no decorrer da noite, outras dezenas de estudantes desceram até o Anfiteatro da Fafijan também com o objetivo de colocar em prática a solidariedade. “A procura foi realmente grande e isso é importante dizer. Bem como o fato de termos coletado 42 bolsas em um número de 50 pessoas em potencial. É um número bastante alto, reflexo do bom trabalho executado pela equipe de apoio da Instituição, composta por acadêmicos do curso de Ciências Biológicas”, conta Claudete.
“Dias antes da doação, passamos de sala em sala dando explicações de quem pode e quem não pode doar sangue, dos procedimentos da doação, dos documentos necessários. Acreditamos que, por meio dessa ação, as pessoas que comparecem na data agendada já vão conscientes e preparadas”, comenta a coordenadora do projeto “Doação de Sangue, Medula Óssea e Cidadania” da Fafijan, Edilaine Cerutti Borges.
É o caso de Marcia Regina Batista, de Jandaia do Sul, que cursa o quinto período de Administração. “No dia em que vou doar sangue, faço questão de me alimentar corretamente.” Ela e a amiga de sala, Bruna Devequi da Silva, de Mandaguari, foram juntas praticar o bem. Para Bruna, o projeto é relevante porque estimula o surgimento de novos doadores de sangue. “Eu tenho em casa dois exemplos de doadores, que são os meus pais. Por isso, sempre tive vontade de me tornar uma, o que passou a ser realidade no ano passado, quando completei 18 anos.” O técnico de laboratório de informática da Fafijan, Jonas Tavares, foi outro que não perdeu a oportunidade e deu um pulinho até o local onde fica estacionado o ônibus do Hemonúcleo. “Enquanto puder, serei doador. A consciência de que, a partir desse simples ato posso salvar vidas, é o que me motiva a continuar”, afirma.
“Este é um período complicado, em que a necessidade de coletas aumenta, porque a gripe e as vacinas impossibilitam as pessoas de doarem. Sem contar com as férias e o frio, que também afugentam os doadores. O que não podemos esquecer é que o paciente não tira folga. Ou seja, a demanda continua”, enfatiza Claudete.
Edilaine agradece a todos que, mais uma vez – ou pela primeira vez – contribuíram com o projeto. E ressalta que no dia 29 deste mês haverá na Instituição o cadastramento de doadores de medula óssea.
Para os que não conseguiram realizar a doação de sangue na quarta-feira, Claudete lembra que o Hemonúcleo de Apucarana (que atende hoje os 17 municípios da 16a Regional de Saúde) está localizado ao lado do Ginásio de Esportes João Antônio Basso (mais conhecido como Lagoão), na rua Antonio Ostrenski, número 3 – Centro. Por lá, as doações de sangue são realizadas de segunda a sexta-feira, das 13 horas às 16h30. Mais informações pelo telefone: (43) 3420-4200.